
Você sabia que, segundo estudo do DEPAD/MDS, as Comunidades Terapêuticas acolhedoras apresentam um perfil racial muito semelhante ao da população brasileira?
Ou seja: o acesso tem sido mais equilibrado entre pessoas de diferentes cores e raças.
Entre os acolhidos nas CTs contratadas, 45,9% se autodeclararam pardos, 39,9% brancos, 11,9% pretos, 0,7% amarelos e 0,4% indígenas.
O próprio documento destaca que esses dados chamam atenção porque não reproduzem um padrão comum em outros setores da saúde e da assistência social, onde pessoas negras e indígenas frequentemente aparecem sub-representadas ou enfrentam maiores barreiras de acesso.
Nas CTs analisadas, a semelhança com a composição demográfica nacional sugere que o acesso tem sido mais equitativo entre os diferentes grupos raciais.
Isso mostra que as Comunidades Terapêuticas podem ampliar portas de entrada à população que mais precisa.
E não por acaso: segundo pesquisa da Fiocruz, quando o assunto é buscar ajuda para problemas relacionados ao álcool e outras drogas, as CTs são lembradas por 61% dos entrevistados.
As pessoas reconhecem. Os dados confirmam.
CTs acolhem. CTs incluem. CTs também são resposta concreta para quem precisa.
Fontes:
DEPAD/MDS — Perfil dos Acolhidos pelas Entidades de Acolhimento contratadas 2024.
Fiocruz — III LENUD.



